
Por
Gabriela Franciosi, Monique Amanda e Rosemeire Olivieira
Acadêmicas da turma D30 do Curso de Administração da Universidade Anhanguera Uniderp
A partir do texto de Karine Bighelini, observa-se que em função da sociedade imediatista, as exigências e as cobranças só aumentam.
As formas de relacionamento se reinventam a cada instante, a instantaneidade dos contatos e a rapidez para atravessar barreiras muitas vezes resulta na impessoalidade, o que pode, em certas circunstâncias, gerar desconforto e ruídos ou barreiras na mensagem recebida.Só ocorre equilíbrio em uma organização se houve um balanceamento nas redes interpessoais, a união entre a comunicação interna da organização e a eficiência das pessoas é uma necessidade para o funcionamento da mesma.
Para promover inovação é necessária uma liderança estimuladora da comunicação, para que a criatividade seja despertada, as metas discutidas e os objetivos alcançados. O pensar, o compartilhar e o dividir devem ser fatores presentes para desenvolver a organização.Talvez a evolução da tecnologia, tenha evoluído de tal forma que acabamos deixando de lado a pura emoção e a essência da pessoalidade e das palavras em si.
Chegamos a um momento em que a tecnologia é indispensável, mas que o “cara a cara” é sem dúvida, a melhor forma de sentir as idéias e as colocar em prática. Devemos sim, caminhar na direção das mudanças, mas sem ignorar como tudo começou.
